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Neste blog, poderemos contemplar a via láctea da literatura. Aqui, você poderá não só tecer análises críticas sobre as obras e os autores discutidos em sala, como também postar sugestões de leitura, links interessantes, propor debates sobre obras literárias, brincar de esconde-esconde numa nebulosa e voltar para casa em um lindo balão azul. Pegue carona na cauda deste cometa!

terça-feira, 30 de março de 2010

QUEM É A AMADA DO CONTO CHARLOTTE SOMETIMES?

Salve, turma!
Ontem, rolou uma discussão a respeito do conto Charlotte Sometimes e quero continuar esse debate via nosso blog. Qual é o nome da amada de Júlio? Charlotte?
Vamos lá, moçada. Comentários! Quero saber o que vocês acham.

Ah, outra coisa: vocês viram que o Fábio Fernandes deixou um comentário na postagem - The Cure - Charlotte Sometimes? Então, não perca tempo, acesse lá e leia. Olha só que privilégio, hein? O autor dos contos escrevendo p/ gente!

Abraços,

Arnaldo

7 comentários:

  1. Eu acho que a amada de Júlio pode perfeitamente chamar-se Charlotte se pensarmos que o autor escreveu o conto ao som do The Cure, e mesmo inconsciente, inseriu nele trechos da letra da música, como se a música o levasse para dentro do conto.

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  2. Katiúcy Mateus da Silva30 de março de 2010 22:21

    Na minha opinião, não necessariamente o nome da amada de Julio seja Charlotte, pois a música é apenas um ponto de partida para a escrita do conto...Mesmo que alguns tomem isso como uma ambiguidade, acho que uma das explicações para meu pensamento seria dizer que esse não é um nome tão comum assim, não é mesmo?!
    ... outro ponto é ver que o autor não dá nenhuma menção de que esse seja seu nome, no conto a trata com "ELA"!

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  3. Penso que a amada de Júlio pode sim chamar-se Charlotte, pois o som de The cure serviu como instrumento para a criação do conto, tornando assim a A canção sua musa inspiradora.
    Pô o cara é feraaaa!!!
    bye TCHURMA.
    :D
    Tamires

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  4. Não acredito que seja Charlotte, a música é um subterfúgio utilizado pelo autor para passear pela atmosfera sombria de sua história.
    Sua consciência dentro dela foi a única coisa que sobreviveu ao suicidio.

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  5. Acho que não seria Charlotte, conforme minhas colegas também acham. Porque por mais que ele tenha se inspirado na música de The Cure, penso que ele inspirações de sua própria vida, ou seja, tem coisa do autor também. Caso contrário não teria interessado o autor, "Ela" deve ser alguém pra ele sim. Ou não. né como diria Caetano Veloso. Todo caso o conto é ótimo. E a discussão na sala foi muito bom, pena que o tempo é curto.

    Abraços letrados a todos.

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  6. Charlotte Sometimes é um conto interessante e pertubador. Acredito que Fábio Fernandes conheça a cultura japonesa, que se confunde um pouco com espiritismo, pois há características dela no conto. Por exemplo, os japoneses abominam o suicídio, tanto, que uma pessoa que se suícida na família é motivo de vergonha para eles, pois a pessoa que comete esse ato, segundo eles, fica presa para sempre aqui na terra, ela não consegue se libertar totalmente. Acredito que é o que acontece com Júlio, todas as vezes que ela se lembra dele ele "volta", o que faz com que ele fique mais pertubado ao ver sua amada sofrendo.

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  7. O tempo e o vento I.

    O continente. 1948

    É basicamente um livro Érico da trilogia, porque relata as primeiras lutas entre os temas/Cambará e os Amarais depois de povoada a região de santa fé onde se fundou a cidade do mesmo nome. É a guerra de 1893 entre federalistas e republicanos que faz recrudescer a guerra entre as duas famílias.
    Ana terra, símbolo da mulher gaucha, concebe um filho fruto de seu amor com o índio Pedro Missionário. Bibiana sua neta casa-se com o capitão Rodrigo Cambará é o herói maior de toda essa imensa crônica sulista.Encarna as idealizações maiores do povo gaucho: honra, bravura, bondade.sua vida e sua morte serviram de lama para as gerações posteriores dos Terra/ cambará.

    O Tempo e o Vento II o Retrato 1951

    Dando seguimento a base lançada por o continente, este segundo romance do período que vai de 1909 á 1915 e abre espaço para precipitação de acontecimentos posteriores a essa época, pois o autor joga com antecipação e invenção de tempos.por todo o livro sente – se a presença do passado, especialmente dos avatares mais importantes da família. Surge o Dr. Rodrigo Cambara (não sendo capitão Rodrigo).

    O Tempo e o vento III O Arquipélago (1961).

    No titulo, já se supõe a idéia de ilhamento e fragmentação no caso a transformação devastadora porque passa o Rio Grande do Sul, em parte como consciência dast transformações porque passara o Brasil: tementismo, (coluna Prates, Primeira Guerra Mundial com a agitação que precedem a segunda). Getulismo, Integralismo e seus efeitos no sul, enfim, tudo isso desemboca na figura agora desgastada e velha do Dr. Rodrigo Cambara um homem vergado pela política, pelo adultério, pelo medo da morte, pelo desejo de prosseguir o culto aos manes familiares.

    4° Semestre: Prof. Clélia

    Silvana Maria Pereira RA 18247

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